terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sua voz que errante que encanta o seu admirador,
Que soa como o chamado da morte.
Direcionando as almas para o inferno.
Onde o desejo profano se instala e consome
Os condenados que morreram tentando corromper sua virgindade
E assim prosseguir a profanar no belo corpo. Que foi criado pro deus.
E assim ser desejada e admirada por muitos homens na terra.
Uma canção de dor, morte e solidão que toca os corações,
Mais perdidos na estrada da vida.
Uma nota frágil e ao mesmo tempo agonizante e triste.
Que se arrasta no decorrer da canção.
Destruindo aquele que se fez infeliz,
Com a alma e o coração pregados a cruz até a morte.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Qual sentido tem de nos amar-mos?
Se nem podemos amar um ao outro.
Sem nem posso beijar a sua boca.
Morder os teus belos lábios.
Nem mesmo podemos cometer o pecado da luxuria.
Que consome nossos corações.
Estamos limitados a ficarmos nestas caricias e abraços.
Que sempre nos mata, quando estamos frente a frente.
Uma paixão proibida que nos destrói de dentro para fora.
Assim nos separando aos poucos.
Sangrando o coração que sofre na solidão, sem ter a você.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nestes trechos de minha vida com você.
Demonstro todo o meu amor e grande prazer de glorificar
O gozo da nossa paixão.
Marcas que vão sendo carregadas em nossos corações.
São pedaços despidos de nossos, abraços carregados de amor.
Carinhos seguidos de paixão.
E a paixão que ascende o prazer que queima nossa alma.
Transformando em uma união forte e indestrutível.