segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


A ultima despedida
Hoje pode ser meu ultimo dia de minha vida
Hoje pode ser o ultimo poema que escrevo
Sobre temas de morte, românticos, eróticos e sobre mim
Morro sem conhecer a mulher de minha vida
A mãe dos meus filhos e filhas
Estou infeliz por não envelhecer com você
Deixo os meus amigos que viveram comigo belos momentos
Inesquecíveis que vão ser enterrados comigo
Como lembrança eu deixo meus poemas, minha alegria e paixão
Adeus crianças adultas

Recitando a morte
A serenata da morte sempre bela e encantadora
Sendo toca a meia noite e em plena lua cheia
E o céu repleto de estrelas
Eu sou o publico que bate palmas, grita e chora de emoção a cada peça
O violinista que toca com delicadeza cada nota
Transmitindo o sentimento que me transforma em um adorador da morte
Através da música triste que o regente gótico
Comando a sua orquestra


Preparatório do recital da morte
Estou aqui perdido no tempo
Esquecendo sobre o meu passado
Sobre minha vida
Escuto a serenata da morte que meu amor compôs pra mim