sexta-feira, 14 de setembro de 2012


       O meu desabafo
Palavra que foram ditas
Palavras que foram gritadas
Palavras que foram escritas e não ditas diante de você
Um desabafo triste
Um desabafo de ráiva e ódio
 Um desabafo em forma de protesto, contra tudo que há de errado
 Procuro um meio de desabafar, pra você escutar o que sinto
Creio que não vai existir meios de mostrar o meu desabafo
Agora o meu desabafo é solidão


   Berço da saudade
Quanta saudades da minha infância
Saudades das brincadeiras que satisfazia a minha felicidade
Pouco lembro da minha infância
Saudades de relembrar o que vivi há anos atrás
Saudade de minha querida vovó, que estejas bem
Saudade dos belos lábios daquela mulher que me acalmava
O sexo apaixonante e quente que tivemos naquela noite fria e chuvosa
São muitas saudades de tempos que não voltam mais
E iram permanecer em minha memória
 No berço da saudade, que balança, balança e balança

Independência de amor ou morrer de amor?
A cada dia que se passa, pessoas lutam por amor
E outras vivem sem dar a miníma importancia para ele
A cada amor conquistado, um vitória ardua e sacrificada
Viver a independência desse amor, é gritar por liberdade e alegria
Por algumas vezes conviver com a solidão dislacerante e imperdoavel
Passos firme de um casal unido pela paixão que os alimenta a cada momento
Enfrentando desafios, desabafos e abalos
Caminhar e viver em independência, sobrevive a vida ociosa
Viver desejos e se levar ao desejo de experimentar sexo ardente
Com muita luxúria. Se alimentar da carne da mulher e do homem
Desejar a ambos em tempos iguais