Enquanto escrevo esse poema, mais um em minha vida.
Minha alma grita de dor, grita de agonia.
Grita por não sentir o seu amor
Ela se autodestrói
Eu sinto que por dentro estou morrendo aos poucos
Por fora a carne ainda prevalece
Mas vai se estragando aos poucos, e os vermes vem comer o
que restou de mim.
Somente ossos
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